
Eu te convidei para um baile sem pára-quedas, no ultimo segundo antes do gozo.
Depois, depois da linha vermelha naquela área onde tudo é para sempre, e sempre foi.
Eu ouvi seus colares de peso em andaime alto
Eu te disse que depois da linha vermelha sempre terá um assalto a mão bandida
Transborde aqui neste templo qualquer ferida
Eu quero me curar
Em um tempo santo.
Mesmo aqui, depois da linha vermelha, trespassando o corpo e chegando em mim.
Só e para sempre eu depois dessa linha vermelha que transborda o seu
É fácil vomitar espaços perdidos
Quando se cala depois desse abismo
Parques de náuseas abrirão o pulmão fatigado de cigarro
Sempre atrás
Nesse sussurrar de marchinhas carnavalescas
Onde as máscaras caem sem paciência...
David Cejkinski
Depois, depois da linha vermelha naquela área onde tudo é para sempre, e sempre foi.
Eu ouvi seus colares de peso em andaime alto
Eu te disse que depois da linha vermelha sempre terá um assalto a mão bandida
Transborde aqui neste templo qualquer ferida
Eu quero me curar
Em um tempo santo.
Mesmo aqui, depois da linha vermelha, trespassando o corpo e chegando em mim.
Só e para sempre eu depois dessa linha vermelha que transborda o seu
É fácil vomitar espaços perdidos
Quando se cala depois desse abismo
Parques de náuseas abrirão o pulmão fatigado de cigarro
Sempre atrás
Nesse sussurrar de marchinhas carnavalescas
Onde as máscaras caem sem paciência...
David Cejkinski
Obs: isso é antigo.... encontrei perdido nos arquivos, rs